
Daniella Motta, influenciadora de 21 anos conhecida nas redes como Dani Motta, viralizou ao criar uma barbearia nudista em Florianópolis, em uma proposta que combina cuidados pessoais, atendimento reservado e opção de nudez durante o serviço.
No espaço, os profissionais trabalham sem roupa, enquanto os clientes podem escolher permanecer vestidos, de roupa íntima ou nus. O atendimento ocorre de forma individual, com horário marcado, e os valores podem chegar a R$ 4 mil, dependendo do tempo e dos procedimentos escolhidos.
A barbearia oferece corte de cabelo, barba e cuidados de hidratação em um formato mais reservado do que o de salões tradicionais. Daniella diz que a proposta busca dar mais liberdade ao cliente durante a experiência: “A pessoa entra ali para ter tempo, privacidade e se sentir à vontade, sem vergonha do corpo e sem aquele atendimento corrido de salão tradicional”.
A influenciadora afirma que a nudez não é obrigatória para os clientes e entra na proposta como uma escolha individual. Ela defende que o espaço trate o corpo de forma mais natural, sem deixar os serviços de beleza em segundo plano.
Trajetória de Dani Motta antes da barbearia
Natural de Belém, no Pará, Daniella vive em Santa Catarina há cerca de cinco anos. Nas redes sociais, reúne mais de 1 milhão de seguidores e publica conteúdos de humor, sensualidade e momentos da rotina.
A produção de conteúdo adulto começou como alternativa de renda e virou sua principal atividade depois que ela deixou um emprego formal. Na época, Daniella contou que imagens íntimas circularam entre colegas de trabalho e que se sentiu pressionada a pedir demissão.
Antes de iniciar os atendimentos na barbearia, a criadora de conteúdo afirma que fez um curso na área. Ela relaciona a decisão às críticas dirigidas a profissionais do mercado adulto: “Sempre ouvi que criadora de conteúdo adulto precisava ter outra profissão, como se o que a gente faz não fosse trabalho. Então fiz um curso, aprendi o ofício e comecei a atender meus clientes”.
Daniella já havia chamado atenção ao relatar críticas por treinar de “sunquíni” em uma academia e por uma discussão em uma praia de Florianópolis envolvendo um piercing íntimo visível sob o biquíni. Sobre a barbearia, ela declarou: “Eu quis criar um espaço diferente, onde a pessoa pudesse cuidar da aparência, ter privacidade e se sentir à vontade com o próprio corpo. A nudez faz parte da proposta, mas o atendimento e a experiência vêm em primeiro lugar”.
Com informações do DCM