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Carlos Bolsonaro se apavora com ação da PF na casa do pai: “Meu Deus do céu, Meu Deus do céu”

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Aação desencadeada pela Polícia Federal (PF) para cumprir mandado de busca e apreensão na mansão onde Jair Bolsonaro (PL) cumpre prisão domiciliar causou pavor no filho “02” do ex-presidente, Carlos Bolsonaro (PL-RJ).

Candidato ao Senado por Santa Catarina, o ex-vereador carioca foi às redes e se mostrou apavorado com a ação da PF, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o ex-presidente não entregar 2 das 8 armas registradas em seu nome aos agentes federais. A entrega do arsenal foi condição imposta pelo ministro para manter Bolsonaro em prisão domiciliar.

“Meu Deus do céu, Meu Deus do céu… Por favor, parem de torturar meu Pai. Ninguém aguenta mais tanta perseguição, injustiça e tortura”, exclamou Carlos nas redes compartilhando comunicado de um dos advogados do ex-presidente.

“Enquanto isso o filho do Lula, o lula e os chefes da facção não sofrem nenhuma cosquinha frente a todos os escândalos financeiramente revelados diariamente”, emendou, em tom de desespero.

Busca e apreensão

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro informou que a Polícia Federal realizou, na manhã desta quarta-feira (8), uma nova operação de busca e apreensão na residência onde o ex-chefe do Executivo cumpre prisão domiciliar, em Brasília.

De acordo com o advogado João Henrique Freitas, a diligência foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e teve como objetivo localizar armas de fogo, munições, acessórios e documentos relacionados ao registro desses equipamentos.

Segundo o defensor, a operação durou aproximadamente uma hora. Ele afirmou que a equipe jurídica já havia comunicado previamente às autoridades onde estavam todas as armas vinculadas ao ex-presidente e sustentou que nenhum dos materiais procurados foi encontrado durante a ação.

Em publicação na rede social X, Freitas classificou a medida como desnecessária e criticou a decisão judicial. “A defesa já havia informado previamente o paradeiro de todas as armas. Resultado: nada foi encontrado. É lamentável que um ex-presidente da República ainda seja submetido a esse tipo de ação”, escreveu.

Até o momento, não houve manifestação pública da Polícia Federal nem do Supremo Tribunal Federal sobre o resultado da operação ou os motivos que levaram à expedição do novo mandado de busca e apreensão.



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