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Atualização na CLT altera regras de férias e impacta trabalhadores em 2026

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A Consolidação das Leis do Trabalho passou por atualização recente que modifica regras relacionadas à concessão de férias, mantendo o direito aos 30 dias de descanso remunerado após 12 meses de trabalho, mas estabelecendo novos critérios e prazos que podem afetar o acesso ao benefício integral.

Pela legislação, o trabalhador continua adquirindo o direito às férias após o chamado período aquisitivo de 12 meses. No entanto, o empregador deve conceder o descanso dentro dos 12 meses seguintes. Caso esse prazo não seja cumprido, a norma prevê a aplicação de multa automática, sem necessidade de acionamento judicial por parte do empregado.

Outra mudança estabelece a obrigatoriedade de comunicação formal das férias com antecedência mínima de 30 dias. O aviso deve ser feito por escrito, garantindo maior previsibilidade tanto para o trabalhador quanto para a empresa.

O fracionamento das férias também foi mantido, mas com regras mais rígidas. O primeiro período deve ter, no mínimo, 14 dias corridos, enquanto os demais não podem ser inferiores a 10 dias cada. Além disso, a divisão deve ser formalmente justificada pelo empregador e aceita pelo trabalhador.

As alterações têm como objetivo estabelecer critérios mais claros na relação entre empregadores e empregados, com foco na organização dos períodos de descanso e na redução de conflitos trabalhistas.

Com informações do MIX



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